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Você já parou para pensar o porquê do crescimento do Full Commerce, cada dia mais a indústria se aproxima do consumidor final, pois é ele que gera toda a cadeia de consumo, avaliação e mudanças se necessária para seu produto.

Nos últimos 3 meses vimos esse número explodir, com as lojas físicas fechada as Indústrias foram obrigadas a se reinventar ou modificar suas operações Físicas para o Digital,

Fundamentando assim o crescimento do serviço de Full Commerce.

As industrias hoje buscam parceiros capazes de operar 100% da sua operação digital, já que o negócio deles é produzir produtos e deixam isso para os Full Commerce que com seu Know-How executam bem esse tipo de serviço.

A empresa que oferece esse tipo de serviço e tem um time de gestão forte, com decisões firmadas sob análise de KPI’s, Tecnlogias próprias como ERP, WMS e TMS e uma Logística própria dentro de casa saem no frete nessa disputa. 

Vender, Entregar e Atender o cliente com excelência e de forma assertiva têm sido nosso objetivo aqui na Integra Full  Commerce.

Por isso com essa onda de crescimento por conta da pandemia, o ideal é que na hora de tomar a decisão para migrar sua operação para o Full Commerce, saiba avaliar bem o seu parceiro seja muito criterioso para sua escolha, pois é ele que fará com que seu negócio escale e tenha excelentes resultados.

Will Prado, Key Account Manager, Integra Full Commerce.

O Crescimento do Full Commerce.

Estudo realizado pela BigData Corp, em parceria com o PayPal Brasil, revela que entre 2018 e 2019, o e-commerce brasileiro ampliou o número de lojas online em 37,59%. O resultado é bastante superior a anos anteriores: 2016 (9,23%) e 2017 (12,5%). Atualmente, são cerca de 930 mil sites dedicados ao comércio eletrônico.

Outros destaques do estudo:

• O e-commerce praticamente triplicou sua participação no total de sites da web brasileira desde 2015. De lá para cá, saiu de uma fatia de meros 2,65% para os atuais 7,04%.

•  Sites pequenos, com até 10 mil visitas mensais, hoje dominam a cena e, com a entrada de mais de 250 mil novas lojas online no último ano, aumentaram sua participação, de 82,48% para 88,77%.

•  O tempo médio de vida de um e-commerce mais do que quintuplicou desde 2015: há quatro anos, as lojas online ficavam ativas por, em média, três meses (cerca de 94 dias); hoje, comércios eletrônicos no País duram, em média, 487 dias, ou pouco mais de um ano e quatro meses.

fonte: https://ecommercenews.com.br/

Número de lojas virtuais cresce 37,5% no último ano no país

As vendas online de fabricantes direto ao consumidor (D2C – direct to consumer, em inglês) atingiram R$ 2,5 bilhões em 2018. O valor corresponde a alta de 20% em relação às vendas diretas de 2017, o número de pedidos cresceu de 5,2 milhões em 2017, para 7,5 milhões em 2018. O resultado é uma alta de 43% – ou seja, quase quatro vezes mais do que a média do mercado, que foi de 11%. O tíquete médio retraiu 16,1% na comparação entre os períodos, de R$ 403 para R$ 338. Isso evidencia a entrada de novos fabricantes no e-commerce, principalmente de produtos de consumo imediato.

A pesquisa também mapeia a atual divisão do e-commerce por operação. Dessa forma, mostra que os varejistas tradicionalmente físicos são responsáveis por 51% das vendas realizadas online no Brasil. Esses players faturaram R$ 27 bilhões em 2018, alta de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as empresas que nasceram online, os “pure players”, representam 44,3% das vendas (R$ 23,6 bilhões; alta de 11%).

Fabricantes que vendem online faturam R$2,5 bi em 2018, aponta Ebit/Nielsen

O WhatsApp vai, nos “próximos meses”, liberar uma funcionalidade que permite a lojas e empresas que usam o WhatsApp Business apresentar seus catálogos de produtos e serviços diretamente no aplicativo.

O anúncio foi feito por Mark Zuckerberg nesta terça-feira (30), durante o F8 – evento que apresenta novidades da “família Facebook”.

Zuckerberg também abordou o desenvolvimento da solução de pagamentos diretamente pelo WhatsApp. No exemplo mostrado durante o evento, é possível ver uma conversa entre o que parece ser uma lojista e um consumidor.

No diálogo, o cliente paga pela entrega do pedido pela própria plataforma. Essa é uma funcionalidade em teste na Índia, mas que, segundo Zuckerberg, será disponibilizado em outros países até o fim de 2019.

WhatsApp permitirá a lojista subir catálogo de produtos diretamente no aplicativo

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